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Família
ANATIDAE Gênero PTERONETTA Nome em inglês: Mandarim duck Taxonomia:
Anas galericulata Linnaeus 1958 China, algumas vezes colocado no
gênero Dendronessa. Monotípico Distribuição: Sudeste da Rússia,
nordeste da China, Japão. Introduzido no sul da Inglaterra. Notas
descritivas. 41-51 cm, 444-500 grs.
DIMORFISMO
SEXUAL
a fêmea diferencia da A. sponsa pela cor mais esverdeada, menos
brilho azul nas penas da asa e uma menor marca branca em volta do
olho; também diferencia pela forma do bico. O macho possui plumagem
de eclipse. Os jovens lembram a plumagem das fêmeas, embora o bico
destas sejam róseos.
HABITAT
Lagos, rios, pantanos rodeados por florestas densas preferindo pequenas
ilhas e corpos de agua com vegetação emergente e abundante.
ALIMENTAÇÃO
Sementes, nozes, grãos, plantas aquáticas, caracóis, insetos e peixes.
Alimenta-se de dia e a noite na superficie da agua e mergulhando
a cabeça em aguas rasas. Em cativeiro alimenta-se de ração industrializada,
colocada a beira do lago em pequena quantidade para que a ave possa
estar nadando e alimentando-se ao mesmo tempo. Deve-se ter cuidado
para que a ração não azede, pois como toda ave aquática possui o
hábito de comer e molhar o bico sucessivamente. Para filhotes ofereça
a verdura picada em tirinhas.
REPRODUÇÃO
Em seu habitat natural inicia em abril. Monogâmico, faz o ninho
em buraco de árvores. Bota de 9 a 12 ovos; o período de incubação
é de 28 a 30 dias; os filhotes são marrom esverdeados na parte de
cima do corpo e amarelados na parte inferior, emplumam entre 40
e 45 dias e a maturidade sexual é de 1 ano em cativeiro. Sugerimos
não fazer o uso de incubação artificial nesta ave. Em cativeiro
utilizamos um ninho de madeira que deve ser colocado próximo ou
dentro da água.
MIGRAÇÃO
A população Asiática é essencialmente migratória, invernando em
baixas latitudes no leste da China. Todavia, a população Japonesa
e Britânica mostram-se mais sedentarias. Aves selvagens ocorreram
no nordeste da Índia Burma e Hong Kong , aparecendo através da Europa
e América do Norte. Em cativeiro, os filhotes devem ser operados
na primeira semana do nascimento, caso o criador queira mantê-lo
em seu viveiro. Esta cirurgia deve ser feita por técnico especializado.
STATUS
E CONSERVAÇÃO
Não possuímos dados suficientemente conhecidos. O declínio das populações
nas recentes décadas continuam. No momento a maioria da população
asiática é estimada entre 6.100-6.600 pares em 1980 ocorrido no
Japão. No censo do inverno de 1990 contaram-se 13.361 aves no Japão
e 2.232 aves numa área parcial da China, a população no continente
é de 100 indivíduos no outono-inverno do censo de 1986. A população
Britânica era de 7.000 em 1988 e esta aumentando bastante Comentário.
O marreco mandarim é o símbolo do amor no Japão. Isto porque, é
uma ave monogâmica e uma vêz acasalada, permanece junto de seu par
a vida inteira( até que um deles morra). Este curioso fato, é comprovado,
muito fácilmente em cativeiro, pois mesmo colocando mais machos
ou fêmeas o par mantém-se fiél. A procriação da ave em cativeiro
no Brasil, ocorre na primavera, a partir de outubro, até fevereiro
onde as fêmeas botam diariamente, até 12 ovos e iniciam o choco.
As vêzes podem ocorrer duas posturas numa mesma safra. O macho participa
na criação dos filhotes . Algumas fêmeas, sentem ciúmes de seus
filhotes e batem no macho, sendo muitas vêzes necessária a retirada
deste do recinto Mas este fato não é regra. Como em seu habitat
,eles gostam de fazer o ninho em buracos de árvores, em cativeiro
utilizamos um ninho de madeira ( veja a figura na página 1), cuja
entrada possui uma escada e o posicionamos perto ou dentro da água
em função dos predadores, tais como ratos, cães, gatos entre outros.
O mandarim é uma ave nervosa, devemos posicionar o viveiro deles
num local bastante calmo e livre de trânsito. Se possível plante
arbustos para que a ave tenha um refúgio se assim desejar. Se o
criador gosta de observar a criação de perto recomendamos não mexer
na estrutura do ninho sobretudo não mexa nos ovos para que a fêmea
não o abandone. Os filhotes nascem incrivelmente espertos. São capazes
de nadar, correr, e até escalar no seu primeiro dia de vida. Por
este motivo, coloque tela de malha bem fina ao redor de seu viveiro
criatório, assim você não terá aborrecimentos procurando-os. Eles
sabem muito bem camuflar-se tanto na água como na vegetação. São
aves bastante resistente mas alvo fácil de predadores sobretudo
quando possuem a asa operada. Em cativeiro devemos dar ração com
proteína bem baixa para os adultos em torno de 18%. Os filhotes
podem receber uma ração cujo nível de proteína seja superior em
torno de 22% e complementar com tirinhas de verdura fresca. Se quiser
pode dar grãos do tipo painço, alpiste também. Os mandarins podem
ser domesticados desde que ele tenha uma pré disposição a este comportamento
ou seja criado em contato conosco desde cedo. Um filhote de mãe
nervosa aprende a ser nervoso. Nós pudemos comprovar este fato quando
criamos uma ninhada com fêmea de carolina, que é bastante calma.
Mas este fato não é regra. Como em seu habitat ,eles gostam de fazer
o ninho em buracos de árvores, em cativeiro utilizamos um ninho
de madeira, cuja entrada possui uma escada e o posicionamos perto
ou dentro da água em função dos predadores, tais como ratos, cães,
gatos entre outros. O mandarim é uma ave nervosa, devemos posicionar
o viveiro deles num local bastante calmo e livre de trânsito. Se
possível plante arbustos para que a ave tenha um refúgio se assim
desejar. Se o criador gosta de observar a criação de perto recomendamos
não mexer na estrutura do ninho sobretudo não mexa nos ovos para
que a fêmea não o abandone. Os filhotes nascem incrivelmente espertos.
São capazes de nadar, correr, e até escalar no seu primeiro dia
de vida. Por este motivo, coloque tela de malha bem fina ao redor
de seu viveiro criatório, assim você não terá aborrecimentos procurando-os.
Eles sabem muito bem camuflar-se tanto na água como na vegetação.
São aves bastante resistente mas alvo fácil de predadores sobretudo
quando possuem a asa operada. Em cativeiro devemos dar ração com
proteína bem baixa para os adultos em torno de 18%. Os filhotes
podem receber uma ração cujo nível de proteína seja superior em
torno de 22% e complementar com tirinhas de verdura fresca. Se quiser
pode dar grãos do tipo painço, alpiste também. Os mandarins podem
ser domesticados desde que ele tenha uma pré disposição a este comportamento
ou seja criado em contato conosco desde cedo. Um filhote de mãe
nervosa aprende a ser nervoso. Nós pudemos comprovar este fato quando
criamos uma ninhada com fêmea de carolina, que é bastante calma.
Mas este fato não é regra. Como em seu habitat ,eles gostam de fazer
o ninho em buracos de árvores, em cativeiro utilizamos um ninho
de madeira , cuja entrada possui uma escada e o posicionamos perto
ou dentro da água em função dos predadores, tais como ratos, cães,
gatos entre outros. O mandarim é uma ave nervosa, devemos posicionar
o viveiro deles num local bastante calmo e livre de trânsito. Se
possível plante arbustos para que a ave tenha um refúgio se assim
desejar. Se o criador gosta de observar a criação de perto recomendamos
não mexer na estrutura do ninho sobretudo não mexa nos ovos para
que a fêmea não o abandone. Os filhotes nascem incrivelmente espertos.
São capazes de nadar, correr, e até escalar no seu primeiro dia
de vida. Por este motivo, coloque tela de malha bem fina ao redor
de seu viveiro criatório, assim você não terá aborrecimentos procurando-os.
Eles sabem muito bem camuflar-se tanto na água como na vegetação.
São aves bastante resistente mas alvo fácil de predadores sobretudo
quando possuem a asa operada. Em cativeiro devemos dar ração com
proteína bem baixa para os adultos em torno de 18%. Os filhotes
podem receber uma ração cujo nível de proteína seja superior em
torno de 22% e complementar com tirinhas de verdura fresca. Se quiser
pode dar grãos do tipo painço, alpiste também. Os mandarins podem
ser domesticados desde que ele tenha uma pré disposição a este comportamento
ou seja criado em contato conosco desde cedo. Um filhote de mãe
nervosa aprende a ser nervoso. Nós pudemos comprovar este fato quando
criamos uma ninhada com fêmea de carolina, que é bastante calma.
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